
O mercado de oferta residencial português é dominado por apartamentos, correspondendo a esse tipo de fogos 77% do número de alojamentos disponíveis para venda.
De acordo com as estatísticas Confidencial Imobiliário/Lardocelar.com, a tipologia dominante são os apartamentos T2, totalizando 32% da oferta residencial no Continente. Esta tipologia predomina em especial nas regiões mais urbanas, designadamente nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, onde chega a representar 37% e 34% do mercado de oferta habitacional, respectivamente. Esse padrão contrasta de forma flagrante com outras regiões, onde esse tipo de habitações tem um peso menor. A menor incidência observa-se no Alentejo, onde os apartamentos T2 não constituem mais do que 13% da oferta habitacional.
Nas demais regiões, esse tipo de habitações têm um peso entre 20% e 25% do mercado em oferta.
Algarve mais caro
O valor médio de mercado destes apartamentos varia significativamente de região para região. Os apartamentos T2 mais económicos encontram-se no Norte (excluindo os concelhos da Área Metropolitana do Porto), com um valor médio de 93 mil euros. O Alentejo apresenta uma oferta um pouco mais cara, atingindo um valor médio de 111 mil euros, sendo seguido da região Centro, onde atingem uma média de 116 mil euros.
É nos mercados onde é maior a oferta de apartamentos T2 que esta tipologia regista valores mais elevados, nomeadamente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Nestes mercados valem, em média, 142 mil euros e 122 mil euros, respectivamente. Finalmente, é no Algarve que o valor médio dos apartamentos T2 é mais elevado, superando os 165 mil euros. A segunda tipologia com mais peso na oferta residencial são os apartamentos T3. Este tipo de fogos predomina em regiões como o Norte e o Centro, onde representam 27% e 26% da oferta, respectivamente.
A única região na qual sobressai outro tipo de casas é o Alentejo, onde as moradias T3 ou inferior representam 43% da oferta residencial regional.
Publico Imobiliario

