
Para Reis Campos, “o Estado deve fomentar o investimento” no sector da construção. O discurso da sua tomada de posse enquanto presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) caracterizou-se pelos apelos do sector ao Governo e também pela vontade em vingar em tempos de crise.
O responsável da CPCI afirmou a importância do “reforço do movimento associativo” para ultrapassar estes tempos, que considera “difíceis”. Contudo, Reis Campos declarou que isso por si só “não basta”, sendo necessária uma forte acção por parte dos agentes governamentais.
O líder da confederação ressalvou que o Estado “não pode impor condicionalismos burocráticos, ou entraves injustificados à liberdade empreendedora dos empresários”, devendo, ao invés, “ser eficaz, imprimindo uma maior celeridade e transparência nas suas decisões”.
“Representamos um sector que é responsável por 18% do PIB e por metade do investimento nacional” afirma Reis Campos, acrescentando que este sector assegura “15,8% do emprego nacional” e representa “20% das empresas existentes em Portugal”.
Neste sentido, o responsável concluiu que o país “pode contar com o contributo da CPCI para percorrer o caminho do desenvolvimento económico e social que todos nós pretendemos”.
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